Com certeza você ainda deve se lembrar de algumas marcas que fizeram parte da sua história e simplesmente desapareceram. Todas essas marcas foram importantes e por algum fator, ou um conjunto deles, as levaram em condição de irrelevância. Algumas desapareceram com o aparecimento de grande concorrentes que dominaram o segmento, outras sumiram devido à novas tecnologias, novas culturas e até devido às mudanças no comportamento dos consumidores. 

 

No entanto, a principal razão para que isso acontecesse é que não conseguiram perceber com a prontidão necessária a necessidade de se atualizarem frente às transformações da sua própria época. Ficaram presas ao seu sucesso no passado e não souberam se reinventar. É a chamada “Síndrome do Apego” que tem como consequência, o envelhecimento gradual da marcal, até o ponto em que elas desaparecem.

Umas das principais causas dessa “síndrome” é não conseguir deixar para trás seus produtos que um dia triunfaram e ir em busca de novos segmentos de consumidores. 

 

Por outro lado, temos centenas de marcas que atravessaram décadas de existência, algumas centenárias, mas que permanecem fortes e visíveis até hoje. Marcas que continuam competitivas e conquistando participação de mercado e claro, novas gerações de consumidores. São marcas de sandálias, presunto, cerveja, tubos e conexões, refrigerantes, camisetas, queijinho cremoso, cosméticos, produtos de limpeza etc.

 

Estamos falando do grupo das marcas que sempre tiveram a consciência de que o papel de uma marca é representar o momento que a sociedade vive, ser a expressão da sua época e dar às pessoas aquilo que elas desejam e não o que a marca quer vender. O envelhecer não é uma condição determinada pelo passar dos anos, não é uma questão cronológica, mas sim da capacidade de se manterem contemporâneas.

 

E a sua marca? Corre o risco de desaparecer?  

 

Fonte: Revista Propaganda